Meter medo a um susto: catástrofes

campanha-de-trânsito-vulcão uruguaiNo meu tempo de juventude, cunhava-se a expressão “meter medo a um susto”. Alguns anúncios actuais assustam. Pelos vistos, se não vamos pela razão, vamos pelo medo. De limite em limite. Converter pelo medo é um reflexo humano. A história está repleta de exemplos. É certo que o terramoto, o tsunami e a erupção vulcânica aparecem nestes anúncios como termo de comparação. Servem para enfatizar o número vítimas. Mas também para convocar o terror e acentuar a sensação de calamidade. Para ilustrar o volume de vítimas, bastava um estádio, um cruzeiro ou uma praça qualquer. O medo parece ser uma aposta crescente dos anúncios de consciencialização social. Dentro destas coordenadas, estes três anúncios do Ministério de Transporte y Obras Publicas, do Uruguai, estão muito bem concebidos e conseguidos. São excelentes.

Anunciantes: Ministério de Transporte y Obras Publicas, do Uruguai. Título: Tsunami. Agência: Amén, Montevideo. Direção: Nacho Vallejo, Gabriel Lista. Uruguai, Fevereiro 2014.

Anunciantes: Ministério de Transporte y Obras Publicas, do Uruguai. Título: Earthquake. Agência: Amén, Montevideo. Direção: Nacho Vallejo, Gabriel Lista. Uruguai, Fevereiro 2014.

Anunciantes: Ministério de Transporte y Obras Publicas, do Uruguai. Título: Volcano. Agência: Amén, Montevideo. Direção: Nacho Vallejo, Gabriel Lista. Uruguai, Fevereiro 2014.

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