Gárgulas obscenas

Acontece investir mais num artigo. É o caso de Gárgulas Impúdicas, de 10 de agosto de 2014, revisto posteriormente em 23 de novembro de 2021.
Em 2017, decidi elaborar uma antologia, intitulada A Morte na Arte, com uma trintena de artigos do Tendências do Imaginário. Embora tenha revisto uma boa parte, com as vicissitudes da vida, acabei por suspender o projeto. Sinto, contudo, o dever de o reassumir.
O artigo que recoloco é o revisto: Gárgulas Impúdicas (para o livro A Morte na Arte. O link para o artigo de 2014 é https://tendimag.com/2014/08/10/gargulas-impudicas/
A palavra como eixo da imagem

A palavra sempre foi importante na publicidade. Em alguns anúncios é, porém, muito importante. A França é um país que cultiva sobremaneira a palavra. Vê-se nestes dois excelentes anúncios produzidos pela mesma agência de publicidade, a Publicis Conseil (Paris)… A palavra como eixo da imagem.
Momento da verdade

Sonolência

A rotina é uma sonolência ou, pelo menos, um enfraquecimento da consciência do tempo (Thomas Mann, A Montanha Mágica, 1924)
Este dois artigos convidam a começar o dia com Crisis? What Crisis?, dos Supertramp, e A Montanha Mágica, do Thomas Mann.
A escutar e ler de preferência numa espreguiçadeira em casa, no campo ou na praia. De modo algum, numa lixeira ou num sanatório.
Ter o Diabo no Corpo

No imaginário medieval, os demónios eram expulsos pela boca. Pareciam morcegos ou répteis voadores envoltos em fumo.
Entre os santos exorcistas, dois sobressaem: São Bento e São Francisco. São Bento não era meigo com os endemoninhados. Arreava-lhes umas bofetadas e umas pauladas.
Mil anos depois, São Francisco retoma o exorcismo colectivo característico de São Bartolomeu. Cidade onde este santo entrasse, não demorava demónio. (A Fuga dos Demónios, 08.08.2014)
Em 8 de agosto de 2014, escrevi o artigo A Fuga dos Demónios. Três anos volvidos, retomei-o no artigo Exorcismos, de 15 de agosto de 2017, acrescentando-lhe outro texto: Esqueletos vampiros. Recoloco o artigo Exorcismos, mais completo, acompanhando-o com duas canções do Pedro Abrunhosa: “Diabo no corpo” e “Momento”, ambas de 2002.
Videoclip Art. Strangeness

Os seres humanos são reduzidos a bonecos, marionetas e autómatos, e os seus rostos transformam-se em máscaras. /
A surpresa e o súbito são elementos essenciais do grotesco.
(Wolfgang Kayser, The Grotesque in Art and Literature, pp. 182 e 184)
Feromona é uma substância química produzida por um animal e liberada no ambiente, que pode transmitir sinais a outros indivíduos da mesma espécie.
Por exemplo, alguns animais usam feromonas para:
• atrair parceiros;
• marcar território;
• avisar sobre perigo;
• deixar rastros para outros membros do grupo.
Em humanos, a existência de feromonas com efeitos claros e comprovados sobre atração sexual ou comportamento é bem mais controversa. Muitos produtos vendidos como “feromonas humanas” não têm evidência científica sólida de que funcionem como anunciado. (ChatGPT, 08.08.2008)



