A arte da cor
Este trailer estreou hoje. Tenha a paciência de aguardar 40 segundos de texto e deleite-se com o jogo das cores. Prodigioso.
Aos mortos

No que respeita ao interesse e à diversidade dos artigos, o primeiro de agosto manifesta-se fértil. Prodiga músicas, anúncios, sexo… Faltam os mortos, esqueléticos ou não. Os artigos Minimalismo corporal, de 2017, e Carta aos mortos, de 2018, vêm colmatar essa falha.
inDISCIPLINA ERÓTICA. Sexo explícito no século XVI



O Tendências do Imaginário é um poço sem fundo. Convém descer agarrado a uma corda presa na superfície.
Seguem os artigos Profilaxia daLuxúria (Para maiores de 18 anos) e Jogo à portuguesa, ambos colocados no dia 1 de agosto de 2014.
Música para acordar com os anjos
Hoje, às 2 horas da madrugada, descobri a canção “I Hold You”, do projeto CLAN, e mergulhei abraçado num sono tranquilo. Entendo acordar também com ela.
O futuro já começou


Os anúncios publicitários propendem a prometer felicidade. Pelo caminho, alguns dão-nos prazer. Por exemplo, os da Sony ou da rival Samsung.
Publicidade de Salvação



Durante os jogos olímpicos, o mundial de futebol ou o superbowl, a humanidade entra em efervescência coletiva. A publicidade encarece e exorbita, com hipérboles, alegorias e molho identitário.
O anúncio “Sports unites all”, para os jogos olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, oferece-se como exemplo. No início, era Ronaldinho Gaúcho, o génio da bola não identificado [No início era o verbo, o deus absconditus (deus oculto)]. No fim, o golo, a revelação, a salvação e a comunhão.
Perante anúncios extraordinários, dignos de criteriosa análise, acontece-me desconversar. Um defeito, mas a desconversar, vou-me entendendo.




