Música para a Arte

A arte e a música dão-se bem juntas, mas não é muito corrente música composta para obras de arte. É todavia o caso, na Rússia do século XIX, da suite Quadros de uma exposição (1874), do Modest Mussorgsky (1839-1881), inspirada numa mostra póstuma de pinturas do amigo arquiteto e pintor Viktor Hartmann (1834-1873).
Oremos! Religião, Desporto e Jornalismo

O artigo A Cruz (17.08.2016) ilustra o caldo que a publicidade consegue cozinhar com a religião, o desporto e o jornalismo. Uma vez que convoca a oração, e Marcel Mauss, acrescento o artigo Resistência e impotência (28.11.2018).
Acontece o Tendências do Imaginário, uma espécie de diário, entreabrir frestas por onde se insinuam estados de alma (e de corpo). Afigura-se-me ser o caso do artigo Resistência e impotência, escrito num período de crise pessoal. Importa recordar o passado, principalmente quando não passou.
Por uma Sociologia da Beleza

Por que motivo não existe uma sociologia da beleza? A sociologia engloba tantas especialidades: o corpo, a moda, o lazer, o desporto, o quotidiano, a família, o género, a educação, a arte, a cultura, o poder, as desigualdades, o envelhecimento, a comunicação, as minorias… E não sobra um lugar para uma sociologia da beleza.
Sinto a falta de uma sociologia da beleza. Ajudaria a perceber, por exemplo, o anúncio “Encontro”, da empresa brasileira Marisa (…) Tanta beleza! Só beleza. Com preguiça mental, deduzo que aquela roupa exibida pelos modelos se destina a mulheres igualmente belas. Será que a beleza das modelos influencia a escolha das pessoas? Por toque de beleza? Um “não-sei-quê” que faz a diferença? Por magia? A beleza é dúctil como o ouro.
Originalidade indigesta

“Lembram-se das capas dos álbuns dos Penguin Cafe Orchestra? Humanóides com cabeça de pinguim em movimentos parados. Os Penguin Café Orchestra são um testemunho de que, muitas vezes, a originalidade é um opção para o esquecimento. Preferimos adubar a inteligência com mais do mesmo, de preferência, com certificação ISO. A originalidade é indigesta” (https://tendimag.com/2020/10/09/pinguins-2/).
Gárgulas obscenas

Acontece investir mais num artigo. É o caso de Gárgulas Impúdicas, de 10 de agosto de 2014, revisto posteriormente em 23 de novembro de 2021.
Em 2017, decidi elaborar uma antologia, intitulada A Morte na Arte, com uma trintena de artigos do Tendências do Imaginário. Embora tenha revisto uma boa parte, com as vicissitudes da vida, acabei por suspender o projeto. Sinto, contudo, o dever de o reassumir.
O artigo que recoloco é o revisto: Gárgulas Impúdicas (para o livro A Morte na Arte. O link para o artigo de 2014 é https://tendimag.com/2014/08/10/gargulas-impudicas/
A palavra como eixo da imagem

A palavra sempre foi importante na publicidade. Em alguns anúncios é, porém, muito importante. A França é um país que cultiva sobremaneira a palavra. Vê-se nestes dois excelentes anúncios produzidos pela mesma agência de publicidade, a Publicis Conseil (Paris)… A palavra como eixo da imagem.



