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Arte para e por todos

Arte com todos, 15.10.2016

Coisas da idade

Os dias 14 de outubro parecem fadados à reflexão citrina servida com língua bífida.

O seguinte trio de artigos incide sobre a idade e os novos tempos.

Talvez seja necessária mais frescura, sem congelamento…

Imagem: Umberto Boccioni – Três mulheres, 1909-1910

Reforma, 14.10.2016
De pequenino se torce o destino, 14.10.2018
A geração +, 14.10.2018

Anúncios de consciencialização

Publicidade consagrada, 02.10.2017

O Animal Político

Caricatura do Zé Povinho com o rei D. Luís a cavalo em cima dele e Mariano de Carvalho como agulheiro. Litografia de Rafael Bordalo Pinheiro, in António Maria, 9 de Setembro de 1880

A democracia é, por(des)ventura, o único regime político que se suicida. Os demais morrem contra a sua própria vontade.

Abstenção, 29.09.2018

Dividir para juntar

Dividir o ecrã, aproximar os contrários, 27.09.2020

Ajudar ou assumir. O valor das palavras

Eugène Delacroix – Jeune orpheline au cimetière, ca. 1824
Não me ajudes!, 23.09.2019

Sociologia sem palavras

Faz 12 anos, em 20 de setembro de 2014, iniciei uma série intitulada Sociologia sem palavras. Ao todo, foram publicados 26 artigos até 13 de janeiro de 2018.

Segue o primeiro, com um excerto do filme Luzes da Cidade (1931), de Charles Chaplin.

Inicio, com este artigo, uma nova série de vídeos intitulada “Sociologia sem Palavras”. Pergunta-se, com frequência, o que estuda a Sociologia e o que faz o sociólogo. Eis uma pergunta clara de resposta ingrata.
As margens dos livros da Idade Média contêm pequenas gravuras excêntricas que funcionavam, segundo os especialistas, como marcadores simbólicos úteis nos sermões e nas trocas de argumentos. Na senda destas artimanhas medievais, a série “Sociologia sem Palavras” faculta, na era das imagens em movimento, cábulas electrónicas.
O objectivo desta série é contribuir para a divulgação da Sociologia. Com humor e desenvoltura. Está criado um conceito. Pequeno, mas original. Seguir esquemas não é o meu forte, criá-los é o meu fraco. (20.09.2014)

Sociologia sem palavras 1, 20.09.2014

Superação

“O indivíduo estigmatizado pode, também, tentar corrigir a sua condição de maneira indireta, dedicando um grande esforço individual ao domínio de áreas de atividade consideradas, geralmente, como fechadas, por motivos físicos e circunstanciais, a pessoas com o seu defeito. Isso é ilustrado pelo aleijado que aprende ou reaprende a nadar, montar, jogar tênis ou pilotar aviões, ou pelo cego que se torna perito em esquiar ou em escalar montanhas.” (Erving Goffman, Estigma, 1963)

Sede de vencer, 20.09.2016

Pilataria

Como lavar as mãos sem água, 17.09.2018