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Dá cor à vida! Pixaliza-te.

O Pixel Nosso de Cada Dia, 02.10.2013

Nunca é tarde para viver

Sonho sobre rodas, 02.10.2011

Questionar a estigmatização

Scope Australia
Dar música à reflexividade, 02.10.2011

Amor entre máquinas

Amor mecânico, 01.10.2014

Participação dos homens no parto

Parto Huichol. México
Parto no masculino, 01.10.2013

Perceção, afeto e género

Giovanni della Robbia (oficina) – Adão e Eva, c. 1515. Walters Art Museum, Baltimore, Maryland
A beleza que toca o coração, 01.10.2016

Dança lunar via satélite

Orange – Who Knows How Far Our Network Will Go? Agência: Publicis Conseil, Paris. Direção: Julien & Quentin. França, setembro 2026
David Bowie – Space Oddity. David Bowie, 1969
Bob Dylan – Blue Moon. Self Portrait, 1970
Space – Magic Fly. Magic Fly, 1976

Safilhos achocolatados

Hershey’s Bar – Life is hard, but Hershey’s hai na yaar!!, Índia, 2026
Hershey’s Chocolate Bar – Life is hard, but Hershey’s hai na yaar!! Agência: TBWALintas India. Índia, setembro 2026

Envolvimento e ternura

Andrea Mantegna – Virgin and Child, 1490. Museo Poldi Pezzoli 2

Quelle douce faiblesse
Quel joli sentiment
Ce besoin de tendresse
Qui nous vient en naissant
Vraiment, vraiment, vraiment

Ternura em tempos de epidemia, 29.09.2020
Homenagem ao professor, 29.09.2021

Letra da canção La Tendresse

A Deriva das Ideias

A referência à fonte das ideias é cada vez mais um luxo dispensável. Com as novas tecnologias — IA, plataformas ou redes sociais —, exorbita a partilha e dissolve-se a autoria. As ideias circulam, misturam-se, reproduzem-se, transformam-se. Às vezes, enriquecem-se; outras, perdem o rasto de quem as teve primeiro.

Talvez haja aqui uma ironia: há doze anos, escrevi que gostava das minhas ideias “sobretudo quando são quase tuas”. Hoje, quando o “quase tuas” pode significar uma circulação quase instantânea e sem origem reconhecível, a frase ganha outro sentido. Continuo a gostar de ideias que deixam de ser apenas minhas. Já não gosto tanto que, ao deixarem de o ser, deixem também de ter raiz ou história.

Não imite nada nem ninguém. Um leão que copia um leão torna-se um macaco. (Victor Hugo, 1853)

Ideias quase tuas, 29.09.2014