Quanto mais menos

Quino. Potentes, prepotentes e impotentes. 1989

Pouco me interessei pela sociologia do trabalho e das organizações. O suficiente mesmo assim para me atrever a afirmar a seguinte lapalissada: quando uma organização possui colaboradores em demasia, “sem ter que fazer”, corre o risco de inventar tarefas que, além de desnecessárias, resultam contraproducentes. Conseguirá o piano traduzir esta evidência?

Erik Satie – Sonatine Bureaucratique (1917) com texto. Piano: Fausto Bongelli. 2017
Ben Nacar – The Bureaucratic March. 2021

Tags: , , , , , , ,

Leave a Reply

Discover more from Tendências do imaginário

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading