Progressivo e psicadélico

Nektar. Nektar. 1975.

Há grupos de rock que parecem deslocar-se com os sinos de Mafra: os Beatles, os Rolling Stones, os Pink Floyd… Outros batem à porta da memória com dedos de algodão. É o caso dos britânicos Van Der Graaf Generator e Nektar. Perdura, contudo, alguma influência junto de alguns segmentos herdeiros do rock progressivo e psicadélico. Ressoam, por exemplo, no festival SonicBlast, de Moledo do Minho. Se gosto da música? O ouvido esquerdo gosta, o direito, não. Por que publicar? Pela dialética do reconhecimento e do estranhamento. Os Beatles, os Rolling Stones e os Pink Floyd não há quem não os reconheça. Convocá-los é iniciar uma valsa num jogo de espelhos. No blogue, garantem picos de visualização. Os Van Der Graaf Generator e os Nektar estranham-se. As visualizações afundam-se. Um abismo distintivo mas com interesse. O desgosto, bem temperado, faz falta. Os gostos não são como os colarinhos; dispensam andar engomados. A mesmidade repete-se, regala-se e pasma.

Van Der Graaf Generator. Man Erg. Pawn Hearts. 1971.
Nektar. It’s all in the mind. Journey to the Centre of the Eye. 1971.

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