Meter medo a um susto

Cancer Society of Finland

“Todos vêem o que tu aparentas, poucos sentem aquilo que tu és; e esses poucos não se atrevem a contrariar a opinião dos muitos que, aliás, estão protegidos pela majestade do Estado; e, nas acções de todos os homens, em especial dos príncipes, onde não existe tribunal a que recorrer, o que importa é o sucesso das mesmas. Procure, pois, um príncipe, vencer e manter o Estado: os meios serão sempre julgados honrosos e por todos louvados, porque o vulgo sempre se deixa levar pelas aparências e pelos resultados, e no mundo não existe senão o vulgo; os poucos não podem existir quando os muitos têm onde se apoiar.” (Maquiavel, O Príncipe, Cap. XVIII, 1513).

“Quando o fim é bom, também são os meios” (Hermann Busenbaum, Medulla theologiae moralis, 1645).

Será?

Anunciante: Cancer Society of Finland. Título: Baby Love. Agência: Havas Worldwide (Helsinki). Direção: Mikko Lehtinen. Finlândia, 2013.

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Sociólogo.

One response to “Meter medo a um susto”

  1. Beatriz Martins says :

    Infelizmente assim costuma ser!Acreditemos que o vulgo não perdurará para sempre!

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