Sociologia sem palavras 12. Artes do poder
Sabe bem jejuar das superproduções globais. O Rei e o Pássaro é um magnífico filme de animação, de Paul Grimault, inspirado no conto A Pastora e o Limpa-chaminés, de Hans Christian Anderson. O texto, de Jacques Prévert, e a música, de Wojciech Kilar, são ambos excelentes. Vários realizadores japoneses se confessam influenciados por este filme. Iniciado nos anos cinquenta, este filme surrealista só foi concluído nos anos setenta. Este excerto contempla um inventário dos órgãos do Estado e o ritual do retrato do rei.
Sociologia sem palavras 12. Artes do poder. Excerto de Le Roi et l’Oiseau, de Paul Grimault. 1980
A Semântica do Poder
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O reino de Taquicardia
O filme Le Roi et l’Oiseau (1980) constitui um bom exemplo de articulação entre a animação (Paul Grimault), a música (Wojciech Kilar e Joseph Kosma) e o texto (Jacques Prévert). Vale a pena ver este episódio da pintura do retrato do rei de Taquicardia.
Algumas das mais belas canções francesas tiveram a assinatura de Joseph Kosma e Jaques Prévert. A mais célebre é, porventura, Les Feuilles Mortes, com a interpretação de Yves Montand, que também cantou Le Chant des Partisans (letra de Joseph Kessel e Maurice Druon e música de Anna Marly, 1943). Trata-se de um hino da resistência francesa contra a ocupação nazi, de que o filme Le Roi et l’oiseau representa, a seu modo, uma parábola surrealista.


