Memória, para que te quero?

Salvador Dali – The Disintegration of the Persistence of Memory, 1954

“Não fosse a Dra. Aida Mata convidar-me para uma comunicação sobre a memória num encontro no Mosteiro de Tibães, este texto nunca teria sido escrito. Pouco se perdia!”. Quando nos convidam para falar sobre um determinado tema, convém partilhar algo diferente, com marca própria, mas, de preferência, despretensioso. Não é nada fácil. A inspiração na experiência pessoal, quando existe, pode proporcionar uma chave… para uma ilusão de sabedoria.

O nariz de Cleópatra: o presente no passado. Tendências do Imaginário, 06.09.2018

Tags: , , , , , , ,

Leave a Reply

Discover more from Tendências do imaginário

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading