Loucura e insensatez numa nau sem destino

Satire des noceurs débauchés. Ca. 1505-15. Musée du Louvre

Eu já tenho um pé na cova,
Mas permaneço louco até o fim.
(Sebastian Brant, La nef des fous, 1494)

O artigo Michel Foucault e a Nave dos Loucos, colocado em 29 de julho de 2014, propõe uma mera junção de excertos, extensos, do livro História da Loucura na Idade Clássica (1ª edição, Folie et Déraison, 1961), de Michel Foucault. O seu primeiro livro publicado e, porventura, o meu preferido. O meu contributo resume-se à seleção dos excertos e à ilustração com as gravuras.

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