Sequela do Pilates: Deep Purple
Chegado do Pilates, faltava apetite para retomar a investigação sobre as “virgens abrideiras”. Recostei-me e pedi ao YouTube para me dar música. Num piscar-de-olho, propôs uma sequência de canções, todas dos Deep Purple e dos tempos do Sá de Miranda e do D. Diogo. Aconcheguei-me como um velho ao mesmo tempo revitalizado e nostálgico. As máquinas e a Inteligência Artificial conhecem-nos e (con)vencem-nos, talvez mais e melhor do que os amigos. Em muitos casos, também interagimos mais com elas do que com eles.
Seguem as canções: “Child in Time” (1970), uma crítica que permanece atual; “Hush”, do álbum de estreia (1968); “Lazy” (1972), uma perdição instrumental; e “Mistreated”, problema particularmente sensível.
À quarta, desliguei e dormitei. Bastava!
