Não matamos ninguém!

Ontem, apresentei o nº 11 do Boletim Cultural de Melgaço,  revista editada pela Câmara Municipal desde 2002. “Publicação que reflete a história e cultura do concelho (…) inclui artigos e estudos dedicados à história local, tradições, património e à identidade cultural de Melgaço, reafirmando o compromisso do município com a preservação e valorização das suas raízes”. Não me canso de falar na minha terra. Um destes dias, mandam-me pastar para o planalto.

Apresentação do Boletim Cultural de Melgaço. Com o Presidente de Câmara, Manoel Batista, e a Presidente da Assembleia Municipal, Fátima Esteves – 18.01.2025

Estas fotografias testemunham o evento. Na primeira, estou tal e qual. Na segunda, deveras favorecido. Lembra o título de uma obra quadragenária: O Presente Ausente. O emigrante na sociedade de origem.

Títulos honoríficos e apresentação do Boletim Cultural de Melgaço – 18.01.2025

Partilho o último artigo da revista “Não Matamos Ninguém. Os Espinhos da Emigração”, transcrição de uma entrevista filmada a Gilberto António Cardoso, em 2007, por altura da criação do Espaço Memória e Fronteira

Mas, primeiro, uma escapada rumo ao prazer. Gosto da canção “The Silence”, dos Manchester Orchestra. E esta interpretação é formidável. Meu Deus, como é bom gostar! Tanto que deve ser pecado…

Manchester Orchestra – The Silence. A Black Mile to the Surface, 2017. Ao vivo em 2018

Segue, em pdf, o artigo de Albertino Gonçalves: Não Matamos Ninguém. Os Espinhos da Emigração – Entrevista a Gilberto António Cardoso. Boletim Cultural nº 11 / 2024. Câmara Municipal de Melgaço, pp. 251-272. Nota: coloco uma versão correspondente a uma prova; a edição definitiva, mais comprimida, tem menos uma página (pp. 251-271).

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