A albarda e a liberdade jovial

Continuo a colocar música alemã. Uma pequena greve ao inglês. Presta-se a sondar outros horizontes. Há hegemonias que lembram albardas [e palas] irresistíveis. Por birra, aplico-me a deixá-las descansar, por um tempo, a um canto. Há quem não acuse o peso das albardas. De tão habituados, integram a sua identidade. Pois, a mim, incomodam-me, sobretudo quando sobra alguém a querer sentar-se em cima.

O Zé Povinho – Depois das eleições, à vontade do seu dono, O Antonio Maria, 1880

Berge – Wir sind frei. Vor uns die Sinnflut. 2015
Berge – Für die Liebe. Für die Liebe. 2019
Berge – Das Heiligste der Welt (Unplugged). Für die Liebe. 2019

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