Portugal fora de si

Soa estranha a actualidade de algumas canções anteriores ao 25 de Abril. Até parece que o País troca as tintas e repete o quadro:  “mães sem filhos” atoladas nas águas da amargura (Adriano Correia de Oliveira, Cantar da emigração, 1971) e “vampiros” empoleirados na fatalidade alheia (José Afonso, 1963).

Adriano Correia de Oliveira, Cantar da emigração, 1971 / Albertino Gonçalves, “Portugal fora de si. A experiência da emigração na segunda metade do séc. XX”, Agrupamento Vertical de Escolas de Briteiros, 21 de Maio de 2010.

José Afonso, Vampiros, 1963.

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