O mensageiro da nova morte

Convém não esquecer. São tantas os episódios que importa não esquecer. A pandemia da Covid-19, destaca-se. O artigo Sem salvação, de 23 de setembro de 2020, constitui uma memória. Dediquei, então, à pandemia os textos “Nem a morte nos reúne” e “A morte infeciosa”, compilados no ensaio “Covid-19: o mensageiro da nova morte”. Embora não muito mal escritos, abusam do sociologuês, seguindo o meu ritmo de pensamento sem cuidar do leitor. Na verdade, já tinha perdido o treino do diálogo muito antes da pandemia. Anexo o texto.
Sem salvação

Em tempo de epidemia, as empresas sofrem. O anúncio Survive, do facebook, é um requiem ao Coogan’s, pub irlandês da Broadway (ver acima carta de despedida). Um pub acolhedor, que lembra o bar da série Cheers (ver vídeo 2). O facebook encara a falência do Coogan’s como uma perda coletiva, expressa num memorial de três minutos e meio. O facebook parece estar de luto.
