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Ecosofia

Mordillo 1

Mordillo 1

É mais gostoso gostar do que ser gostado. É com este jeito plebeu que costumo traduzir o pensamento de Thomas Mann: “A felicidade (…) não é ser amado (…) A felicidade é amar” (Tonio Kröger, 1903).

Infinitamente nada

O argentino Guillerme Mordillo, “catedrático honorário do humor” pela universidade espanhola de Alcalá de Henares, é um cartoonista que se distingue pelos desenhos coloridos sem sombra de palavra. O seu humor terno está bem patente nestas duas imagens.

Guillermo Mordillo. Perfect.

Guillermo Mordillo. Perfect.

O elefante e a girafa dão à luz um híbrido desconsolado. Bauman diria que é fruto da liquidez das fronteiras. Ser funâmbulo no arco-íris não é para todos. É só para quem perde a razão, para “quem vê com o coração”. Os amantes são os principezinhos da pós-modernidade. Como diria Pascal, somos infinitamente pequenos pelas nossas capacidades, mas infinitamente grandes pelos nossos desejos. Não somos geómetras com a flecha apontada ao sonho. Não “inventámos a felicidade” (Max Weber), namorámo-la.

Guillermo Mordillo Over The Rainbow.

Guillermo Mordillo Over The Rainbow.