Namoro do rock com a música clássica
“Sábado 5 de abril de 2014, uma exclusividade suíça no Auditório Stravinsky de Montreux. Assista a um concerto de exceção! “Classical Rock” é o encontro magistral entre obras primas do clássico e êxitos rock lendários. Em cena, reúnem-se 100 músicos: um grupo rock e uma orquestra sinfónica. Juntos, congregam talento e energia num casamento espantoso da “Cavalgada das Valquírias” de Wagner com “Iron Man” de Black Sabbath, “Boehian Rhapsody” de Queen com a “Rapsódia Húngara” de Liszt, ou ainda “Stairway To Heaven de Led Zeppelin com a introdução majestosa de “Zaratustra” de Richard Strauss. O maestro americano John Axelrod dirige a Orchestra Giovanile Italiana neste encontro ao mais alto nível, com a participação do Choeur Voix de Lausanne e os solistas Nmon Ford e Patsy Blackstone” (https://www.youtube.com/watch?v=H4gzFSENP1M&t=27s).
Música e imagem

“Nunca tenho receio do “excesso” – excesso de amor, liberdade, imaginação ou respeito, porque essas coisas são imateriais e emocionais e não podem ser medidas ou limitadas” (Khatia Buniatishvili).
Quando penso na música clássica a render-se à imagem contemporânea, acode-me a talentosa pianista francesa de origem georgiana Khatia Buniatishvili. Um prodígio que não teme excessos! A “pop star do mundo da música clássica”. Quem mais poderia ser?
Um nada muito bonito

Uma pessoa apega-se às coisas pequenas. Amanhã, vou ter um grão de reconhecimento público. Um quase nada de não sei quê! Algo como uma rosa minúscula, um abraço da terra natal. Apetece-me ouvir “sinos”. Por exemplo, Baldassare Galuppi (1706-1785) ou, um século depois, Franz Liszt (1811-1886).
