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Do belo Horrível

Segue um artigo oportuno e lúcido sobre algumas tendências atuais do “processo civilizacional” estudado por Norbert Elias. Se o Luís Bastos não se importar, subscrevo. [Pode também aceder ao artigo carregando na imagem precedente]

A valsa de Brel em Paris e de Karenina em São Petersburgo

O “bailado digital” funciona. Na sequência do artigo “Passinhos de dança” (https://tendimag.com/2024/05/24/passinhos-de-danca/), Luís Bastos, administrador do blogue Azorean Torpor (https://azoreantorpor.wordpress.com/), partilhou o vídeo oficial da canção “La valse à mille temps”, de Jacques Brel. Uma delícia ternurenta que convoca Brel, Paris e a valsa. Pares de sensibilidade sem idades em vertiginoso rodopio. Que mais desejar?

Porventura a “Valsa nº 2”, composta por Dmitri Shostakovich e dirigida por André Rieu, com imagens do filme “Anna Karenina” (2012).

Jacques Brel – La valse à mille temps (Clip Officiel). La valse à mille temps. 1959
Dmitri Shostakovich – Second Waltz, Op . 99a, pela Johann Strauss Orchestra, com direção de André Rieu. Edição: 2019. Imagens do filme “Anna Karenina”, 2012

Sobrevivências de outros tempos

Reconheço-me no estilo e no conteúdo deste artigo do Luís Bastos no blog Azorean Torpor: poliédrico, denso, claro e brilhante, como um cristal de quartzo. Confesso que não me importava nada de ter sido eu a escrevê-lo.