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A balada da maçã cozida

Caspar David Friedrich – The Wanderer above the Sea of Fog, 1818

Há quem estime que comer um pouco de maçã cozida antes de deitar regala o sono. Se for acompanhada com boa música, ainda melhor.

Um homem singular, 25.09.2021

Porcos, Famintos e Promíscuos. Memórias de Vilar de Mouros 1971

Festival de Vilar de Mouros, 7 e 8 de agosto de 1971

Proporciona-se juntar os artigos A decomposição da realidade e a recomposição da ilusão, de 24.09.2015, e Porcos, Famintos e Promíscuos, de 25.09.2013. Em agosto de 1971, estreou o álbum Who’s next, dos The Who, e realizou-se o Festival de Vilar de Mouros.

Dia após dia, durante mais de 15 anos, o Tendências do Imaginário foi compondo um arquivo que contribui, ao seu jeito, para a memória coletiva. Porcos, Famintos e Promíscuo consta entre os artigos que considero relevantes.

Trata-se de um arquivo que importa preservar. Seria lamentável perdê-lo na sequência de um sempre possível “acidente digital”. Dediquei os últimos quatro meses à sua restauração. Penso continuar. Mas é uma tarefa que consome demasiado tempo e que colide com outras atividades, porventura mais empolgantes.

Porcos, Famintos e Promíscuos, 25.09.2013

Pausa para duas folias

Spinola Hours – Ms Ludwig IX 18, fol. 125v – Master of James IV of Scotland & others (detail) – Getty Museum – 1510-20
Trabalhar até doer a vontade, 24.09.2019

O mensageiro da nova morte

Convém não esquecer. São tantas os episódios que importa não esquecer. A pandemia da Covid-19, destaca-se. O artigo Sem salvação, de 23 de setembro de 2020, constitui uma memória. Dediquei, então, à pandemia os textos “Nem a morte nos reúne” e “A morte infeciosa”, compilados no ensaio “Covid-19: o mensageiro da nova morte”. Embora não muito mal escritos, abusam do sociologuês, seguindo o meu ritmo de pensamento sem cuidar do leitor. Na verdade, já tinha perdido o treino do diálogo muito antes da pandemia. Anexo o texto.

A (re)visão das alturas

La figura de un gato de unos 37 metros descubierta recientemente, reposa sobre una colina arenosa en la Pampa de Nazca, Perú (Foto EFE Ministerio de Cultura)

Nem tudo o que parece bem é bom. Prezo tanto a responsabilidade que estranho o respetivo espartilho e a proliferação de comissões de ética e exames prévios. Nem tudo requer ser visto de cima, como os gigantescos geoglifos do deserto de Nazca, no Perú.

Visto de cima, 23.09.2015

O (re)canto dos animais

Em fevereiro de 1977, assisti ao concerto dos Pink Floyd no Pavilhão de Paris na Porte de Pantin. Tinha acabado de sair, em janeiro, o álbum Animals. Um espetáculo memorável.

Cães, porcos e carneiros, 22.09.2015

O lagarto que morde a própria cauda

Ouroboros a envolver um Triskelion
A erados videojogos, 22.09.2019

Soturnos e noturnos

The Chateau of Neuchatel at dusk, with Jura mountains beyond (1866) by John Ruskin
Um corpo que se perde, 21.09.2012
Suicídio, 20.09.2019
Noturnos, 15.06.2021

Mente depravada e coro fetal

Segredos da mente, 18.09.2014
Coro dos anjos, 19.09.2014