No limite

Claude Monet. Twilight, Venice. 1908.

O extremo limite da sabedoria, eis o que o público batiza loucura (Jean Cocteau. L’Insolence. 2003).

A minha companheira anda a ler o Primo Levi (Se isto é um homem). Um livro duro que nos desafia a partilhar, na medida do possível, a intimidade dos campos de concentração. Encontrei uma música para complementar a leitura: Twilight, de Antony & The Johnsons.

Antony & The Johnsons ‘Twilight’ (live at Sixth & I Synagogue). 2009.

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