Heitor Villa-Lobos por Francisco Berény Domingues

Hoje, vou à terra, ao lançamento do livro de fotografias Quem Fica, de João Gigante, com um texto do Álvaro Domingues e outro meu. É sobre Prado, a minha freguesia natal. Por falar no Álvaro e em Prado, gostava de voltar a ouvir o Francisco Berény Domingues em Melgaço.

Choros Nrº1 (1920) – Heitor Villa-Lobos (1887-1959) played by Francisco Berény Domingues. Recorded live for Tübingen International Guitar Competition 2019.

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One response to “Heitor Villa-Lobos por Francisco Berény Domingues”

  1. Fernando MEDEIROS says :

    Olá caro Albertino.
    O tema do H. Villa-Lobos deve soar bem em Prado e naquelas veredas fronteiriças por onde também se praticava muito a saída “a salto” dos anos ‘1960 /70. Estou com grande curiosidade de ler os vossos textos nesse livro de fotografias sobre “Quem fica”, por terras de Prado, em tempos (cíclicos?) de emigração. Será que retomaste para esse livro o excelente “Voar com asas de sal” (viúvas de vivos)”, que li no T.do I. , “post” do dia 6 de Abril? Ou terás optado em utilizar um outro “restolho” da tua investigação de há 25 anos sobre a emigração?
    E já agora, ainda sobre o tal défice de rapazes devido à emigração: achas que dispões de elementos nos teus inquéritos que permitam avançar para alguma estimativa (neste caso relativa à freguesia de Prado e/ou ao concelho de Melgaço) da incidência no fluxo emigratório daqueles anos do movimento de saída de mancebos? Ou seja, conseguirias ter uma ideia da percentagem de jovens adultos-menores que se iam sumindo, entre 1962 e 1974, à medida que se aproximava, para cada uma dessas “classes” etárias compreendida entre os 15/16 e os 19 anos, a ida obrigatória à inspeção? Essa “fuga” à “inspeção militar” ou às “sortes”, como se dizia noutros tempos, tinha precedentes como se sabe na história da emigração (no período 1905-1914, por exemplo), especialmente no contexto camponês do Alto Minho. Daí a hipótese de uma relativa continuidade secular. Uma melhor percepção desse fenómeno permitiria avançar com alguma margem de segurança na avaliação do grau de assimilação dessas “saídas” àquelas outras dos “refracatários” estrito senso, ou seja à situação daqueles trânsfugas que não se apresentavam de todo ao chamamento de aquartelamento uma vez comprovada e militarmente registada a sua aptidão para a imperativa instrução da “recruta”. Lê-se com frequência um cômputo de “mais de 100.000 refractários” para o período 1961-1974, o que me parece ser bastante exagerado. Mas até que ponto será exagerado?…
    Desejando-vos um excelente outono,
    Um grande abraço.
    Fernando M.

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