A Estrela d’Alva está particularmente brilhante. A privacidade e a liberdade parecem em quarto minguante. Mais exposição e controlo e menos expressão e tolerância. Em nome de direitos, negócios, costumes e ideais. Sopram ventos de sonolência confortável. Dorme meu menino, mas cuida da Estrela d’Alva. Não a deixes murchar!
Zeca Afonso – Canção de Embalar. Cantares do Andarilho, 1968
Não estou em Moledo, nem o vento sopra do Norte, mas de Sudeste, vimaranense, e traz esta interpretação admirável da “canção de embalar”, de Zeca Afonso, pelo Duo Ibero-Americano que me apresso a partilhar.
Duo Ibero-Americano (Florencia Ribero e João Vasco Ferreira). Canção de Embalar (de Zeca Afonso). Concerto Antena 2. Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), 12 de outubro 2023
Zeca Afonso. Canção de Embalar. Cantares do Andarilho. 1968. Ao vivo no Coliseu dos Recreios, 1983