Tag Archive | Pink Floyd

O (re)canto dos animais

Em fevereiro de 1977, assisti ao concerto dos Pink Floyd no Pavilhão de Paris na Porte de Pantin. Tinha acabado de sair, em janeiro, o álbum Animals. Um espetáculo memorável.

Cães, porcos e carneiros, 22.09.2015

Abençoados os ricos!

Joan Osborne. One of Us. Relish. 1995
Fortuna. Tendências do Imaginário, 10.09.2016

Música Animada

No artigo Notas coloridas, carregar nas imagens para aceder aos vídeos.

Notas coloridas: música e animação. Tendências do Imaginário, 03.09.2011

As costas também andam

Segue uma mão cheia de artigos publicados no dia 31 de agosto. Com músicas para todos os gostos, muito distintas, no duplo sentido da palavra: The Strypes; Oh Laura; Pink Floyd; The Moody Blues; Dead Can Dance; Astor Piazzola; Mercedes Sosa; Gilbert Bécaud; Sergei Rachmaninov; e Eric Carmen.

A Publicidade e a Música. Tendências do Imaginário, 31.08.2013
Primeiro single dos Pink Floyd. Tendências do Imaginário, 31.08.2014
Dead Can DAnce e Pina Bausch. Tendências do Imaginário, 31.08.2016
Turismo mágico e radical. Tendências do Imaginário, 31.08.2018
Querido mês de Agosto. As costas também andam. Tendências do Imaginário, 31.08.2019

Oremos! Religião, Desporto e Jornalismo

William Turner, Death on a pale horse, c.1825-30. Tate Modern, London

O artigo A Cruz (17.08.2016) ilustra o caldo que a publicidade consegue cozinhar com a religião, o desporto e o jornalismo. Uma vez que convoca a oração, e Marcel Mauss, acrescento o artigo Resistência e impotência (28.11.2018).

Acontece o Tendências do Imaginário, uma espécie de diário, entreabrir frestas por onde se insinuam estados de alma (e de corpo). Afigura-se-me ser o caso do artigo Resistência e impotência, escrito num período de crise pessoal. Importa recordar o passado, principalmente quando não passou.

A Cruz. Tendências do Imaginário, 17.08.2016
Resistência e impotência. Tendências do Imaginário, 28.11.2018

Farsa trágico-marítima

Se o dia 11 de julho foi fértil em artigos memoráveis, o 12 mostra-se avaro. É preciso recuar mais de uma década. Inicio com Caravelas do século XXI, de 2013. Ácido, discorre sobre a conjunção “se” como alavanca ou muleta do pensamento. Conjetura ainda se não somos exímios na arte de urdir teias para enredar as nossas próprias caravelas. Naquele dia, devo ter tomado fel ao pequeno almoço. Valem os Pink Floyd.

Formiguinha autocarregada

Hoje, pareço uma formiguinha atarefada a carregar artigos do passado para o presente. Entre 2012 e 2020, publiquei muitos artigos dignos de resgate. Já “despachei” quatro. Seguem mais dois dedicados à música: Contudo, tu moves-te!, de 2013, com os Pink Floyd, e Ler também cansa, de 2018, com Ennio Morricone. Lá para a meia-noite, talvez coloque um derradeiro. O mais sério de todos.

Profanação


Valentin de Boulogne, Expulsão dos Mercadores do Templo, 1618-22. Galerias Barberini.

Publicado há dez anos, em 22 de junho de 2016, o artigo Obscenidades revela, a pretexto do anúncio “The Bicky Beef Miracle”, um duplo movimento de contágio: do sagrado pelo profano e do profano pelo sagrado. Segue o artigo revisto.

Lunáticos

Com um pouco de anacronismo e boa vontade, pode vislumbrar-se no anúncio “Beam”, da empresa japonesa de beleza e cuidados pessoais Esthe Wam, uma sugestão a propósito da inspiração da capa emblemática do álbum The Dark Side of the Moon, de 1973, dos Pink Floyd. Provavelmente, as recentes observações da Artémis II não desmentirão.

Esthe Wam – Beam. Agência Ogilvy & Mather Japan. Direção Takuya Matsuo. Japão, 2010
Pink Floyd – Brain Damage / Eclipse. The Dark Side of the Moon. At Earls Court, London, 20.10.1994