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Marie Laforêt

Marie Laforêt. 1974, France

Je ne m’écoute jamais. Là, j’ai été obligée de le faire pour effectuer le choix de mes chansons et ça été un vrai calvaire. De toute façon, je déteste me voir ou m’entendre (Interview Télé Star, 2005, « Marie Laforêt : Je déteste m’entendre chanter » , Propos recueillis par Fabrice Dupreuilh)

Tanta doçura, tanto laço, tanto amor. Abraça-se o tronco e sorve-se a seiva. As três canções que seguem não cantam o Natal, mas são melodiosas e sentimentais. São dos anos sessenta e setenta, canções de amor, procura e separação. Por Marie Laforêt, uma das meninas bonitas da canção francesa.

Marie Laforêt. Je voudrais tant que tu comprennes. 1966.
Marie Laforêt. Je suis folle de vous. Chansons à aimer. 1968.
Marie Laforêt. Viens Viens. 1973.

Este mundo não tem porta

René Magritte. Condição Humana. 1933

“Este mundo não tem porta / nem uma chave escondida” (Filipa Pais, À Porta do Mundo, 2003).

Quando se caminha inexoravelmente para diante, apetece olhar para o retrovisor. E religar a rádio de outros tempos. Filipa Pais, Jeanette, Marie Laforêt, três vozes femininas, suaves e latinas. Disse latinas? Pois disse. Não há por que ter complexos, nem a sul, nem a norte. A cada um a sua posição. Quem tem complexos em relação aos outros é um complexado.

Marie Laforêt. Je voudrais tant que tu comprennes. L’ Intégrale Festival 1960/1970. 1966.
Jeanette. Soy Rebelde. Palabras, Promesas. 1971.
Filipa Pais. À Porta do Mundo. À Porta do Mundo. 2003.