Com as mãos vazias e o coração cheio

Lhasa de Sela oferece-se como um dos meus encantos. Deixou-nos sem uma voz e uma presença insubstituíveis faz 15 anos, com 37 anos de idade. A Almerinda Van Der Giezen acaba de me enviar esta interpretação da canção “J’arrive à la ville”, na sua cidade de adoção, Montréal, em 2005. Uma bênção!
Moi aussi
Moi aussi
J′arrive les mains vides
Au sud du nord
Au nord du sud
J′ai un passé
Mais j’m′en sers pas
(Llasa de Sela)
Pranto

A alma pega fogo quando deixa de amar (Lhasa de Sela)
Não sou dado a cultos, mas a haver algum será a Lhasa de Sela. Pela voz e pela presença.
O Tendências do Imaginário já contempla três canções de Lhasa: De cara a la pared; Meu amor meu amor (uma reinterpretação de Amália Rodrigues); e La Marée Haute. Acrescento dois vídeos musicais: La Llorona e El Desierto.
Amor
Lisa Gerrard, Nina Simone… Lhasa de Sela, falecida em 2010, com 37 anos de idade, é um caso à parte. Associada ao circo, nómada, reservada… Em 2004, fez uma digressão em Portugal, que incluiu a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Comeu bacalhau em Xabregas e levou consigo um fado de Amália Rodrigues. Seguem Meu amor meu amor, ao vivo, e De cara a la pared (La llorona, 1997). Não perca De cara a la pared, nem que seja para reouvir um clássico dos nossos dias.
Carregar nas imagens para aceder aos vídeos.



