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Monstros envolventes e pegadas sujas

Depois de tanto jogar às cartas com o Diabo, apetece descontrair com música jovial. A banda islandesa Of Monsters and Men presta-se para o efeito. Desde a edição do primeiro álbum, My Head Is an Animal, em 2011, tem conquistado um sucesso crescente. Ontem, foi-me dado escutá-los no atendedor de chamadas do Leroy Merlin e na rádio do barbeiro.

Seguem quatro canções, todas gravadas ao vivo: Dirty Paws; King and Lionheart; Little Talks; e I of the Storm.

Of Monsters and Men – Dirty Paws. My Head Is an Animal, 2011. Live on Radio Nova’s Nova Stage, 2013
Of Monsters and Men – King and Lionheart. My Head Is an Animal, 2011.  Live on the Honda Stage at the iHeartRadio Theater LA, 2015
Of Monsters and Men – Little Talks. My Head Is an Animal, 2011. Live at the KEX Hostel in Reykjavik during Iceland Airwaves ’11, 2011
Of Monsters and Men – I of the Storm. Beneath the Skin, 2015. Live in the studios of 89.3 The Current, 2015

Sufjan Stevens. O mistério do amor

Sufjan Stevens.

Sufjan Stevens foi uma grata descoberta dos meus quarenta e tantos anos. Nascido em 1975, no Michigan, é um compositor, multi-instrumentista e cantor difícil de catalogar: “indie folk, indie pop, pop barroco, eletrónica”. Possuo dois álbuns: Seven Swans (2004) e Come on Feel the Illinoise (2005). Escolhi, com alguma dificuldade, três canções: Seven Swans, Chicago e The Seer’s Towers. Acrescento, como primeiro vídeo, a canção Mystery of Love, nomeada para o Óscar de melhor canção original, para a banda sonora de Call Me by Your Name, em 2017.

Sufjan Stevens. Mystery of Love. Call Me by Your Name: Original Motion Picture Soundtrack. 2017. Ao vivo no programa Here with Chris Thile, em 2018.
Sufjan Stevens. Chicago. Come on Feel the Illinoise. 2005.
Sufjan Stevens. Seven Swans. Seven Swans. 2004.
Sufjan Stevens. The Seer’s Tower. Come on Feel the Illinoise. 2005.