Homo carnivorus

No artigo precedente, abordámos a situação do homo sapiens fumus. Num registo sério que não me assenta. Resultado: “a argumentação não é má, mas não convence”. Hoje é a vez do homo carnivorus, outra espécie em projeto de extinção. Os sábios do terceiro milénio entendem corrigir o atrevimento que, há cerca de 2,6 milhões de anos, tiveram os nossos antepassados: comer carne. Uma inovação complicada. Não havia talhos e os animais não se deixavam caçar. Por vezes, convinha fugir deles.
Desventuras do homo carnivorus, que a série de anúncios da Nissin, empresa japonesa fabricante de massas alimentícias, recorda.
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A amizade quer-se destilada e amadurecida. Como o whiskey, uma bebida social. O álcool tem destas coisas: mostra aos homens que é possível melhorar com o tempo. Segue, em ante-estreia, o anúncio Mephisto, da marca de whiskey Buchanan’s. A história de uma amizade que resiste a sucessos e fracassos. With or without water, there’s no drink as friendship.
Marca: Buchanan’s. Título: Mephisto. Agência: Santo. Direcção: Juan Cabral. Iberoamérica, Julho 2014.
