Tag Archive | Felipe Breier

Carta aos mortos

Vinicius Show de Moraes. 2012, com Ricardo Kelmer e Felipe Breier (à direita)

Vinicius Show de Moraes. 2012, com Ricardo Kelmer e Felipe Breier (à direita)

“Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir.

(Excerto de Tocando em frente. Composição de Almir Sater e Renato Teixeira)

Death_of_Marat_by_jacques Louis David. 1793.

Jacques-Louis David. Morte de Marat. 1793.

 

 

Felipe Breier é aluno do curso de mestrado em Comunicação, Arte e Cultura. Participou em vários eventos que organizei. É um excelente músico. Juntos, o violão e a voz encantam. Não é propenso a artificialismos. Quando diz que dói é porque dói mesmo. Este vídeo contém um poema e uma canção. São seis minutos de melancolia lúcida. Quando o Felipe dá, é um gosto receber.

Carta os mortos (poema) e Tocando em frente (canção). Interpretação de Felipe Breier.

O elefante na sala de pós-produção: a library music em criações audiovisuais

Um evento interessante e original! A palestra é precedida por um momento musical (Bossa Nova) interpretado, ao violão, por Felipe Breier, aluno do Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura.

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Oradora: Júlia Durand. É mestranda em Ciências Musicais na FCSH-UNL e bolseira de investigação no CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical).

Título da comunicação: “O elefante na sala de pós-produção: a library music em criações audiovisuais”.

Resumo: Actualmente, o que é internacionalmente conhecido por library music é ouvido em inúmeros filmes, desde telejornais e documentários a vídeos de youtube e pornografia. Os sites que comercializam esta música categorizam-na segundo géneros, instrumentação, emoção e ambiente, e a sua produção está estreitamente relacionada com a procura e tendências das indústrias audiovisuais. Uma exploração dos sites mais utilizados revela o modo como a library music reflecte (e reforça) convenções musicais do cinema e televisão, algo que contribui para a sua depreciação e reputação de música estereotipada e “enlatada”.