Bandas sonoras: Stephen Warbeck
Já lhe aconteceu ver um filme para ouvir sobretudo a música? Porventura o Laranja Mecânica (de Stanley Kubrick, 1974) ou o português Capas Negras (de Armando de Miranda, 1947), com a Amália Rodrigues. E ver um filme para ouvir música e relaxar? Talvez O Rei e o Pássaro (de Paul Grimault, 1980), um regalo para o olhar e os ouvidos.

Stephen Warbeck, inglês, nascido em 1953, é um compositor de música para filmes e séries de televisão. Ganhou o óscar de Melhor Banda Sonora Original Musical ou Comédia, pelo filme A Paixão de Shakespeare (1998), bem como outros prémios: BAFTA, BMI, Cannes, European Film Awards, Ghent e Grammy. Compôs mais de trinta bandas sonoras para filmes e séries televisivas.
ADN e relações internacionais

Como sublinhava Claude Lévi-Strauss (L’Identité, 1977), a identidade forja-se face aos outros. Frequentemente, é conflitual (Georges Balandier, Sens et Puissance, 1971). A relação entre o México e os Estados-Unidos tem sido problemática. Os anúncios da AeroMexico comprovam-no. Quando os teus vizinhos são preconceituosos, aproxima-os e dá-lhes um desconto (vídeo1). Quando são uma ameaça, firma posição e denuncia (vídeo 2). Dois anúncios geniais.
O ADN da sobrevivência
Os símbolos da morte têm um impacto contundente. No anúncio Let’s turn things around, do San Diego Zoo, a ampulheta alerta para os riscos de extinção de espécies animais, mas também para a possibilidade de reversão. Socorrendo-se da tecnologia do ADN, o San Diego Zoo luta pela sobrevivência de espécies ameaçadas tais como o rinoceronte branco e a girafa. O material genético, nomeadamente o ADN, é uma linguagem, a nova palavra, ou o novo grito, da criação.
Marca: San Diego Zoo. Título: Let’s turn things around. Agência: Epsílon Chicago. USA, Setembro 2017.

