À Descoberta da China. Daiqing Tana

O verdadeiro viajante não sabe para onde vai.
Um idiota que caminha chegará sempre mais longe do que dois intelectuais sentados.
(Provérbios chineses)
Adio o ritual do resgate de “anúncios do dia” para logo à noite. Apetece-me criar um artigo novo.
No ranking das visualizações do Tendências do Imaginário, a China ocupa o quarto lugar. Também deve aparecer no blogue. Prezo a reciprocidade.
Encaro os outros menos como cais de chegada e mais como pontos de partida. Cada um constitui um emaranhado de pontes que conduzem a outros outros. Deste modo, cada descoberta dá acesso a uma autêntica galáxia, distinta de nossa. O mundo resulta, assim, desmedido, praticamente sem fim.
Já conhecia a cantora e compositora Daiqing Tana (ver Música da Mongólia). Regressei pela mão da Nina Hagen, reputada pelas afinidades com o Oriente. Chinesa, de etnia mongol, nascida em Qingha, em 1983, Daiqing Tana é a vocalista principal da banda Haya, a que se juntou em 2006.
Segue uma cascata com cinco canções [as duas últimas são recolocadas]. Para provar. Se gostar, para continuar a escutar; e, eventualmente, explorar mais. Para apreciar este tipo de música, convém abrir o espírito, fechar os olhos e deixar a imaginação sonhar.
