Anúncio português vintage 6. Entrevista a Tintim

“Tintim é o meu único rival internacional” (Charles de Gaulle, in André Malraux, Les chênes qu’on abat, 1971).
Num anúncio de 2004, o Jornal Público entrevista o Tintim, uma das figuras mais interventivas e viajadas da banda desenhada.
Há quase meio século, dei aulas no curso de Relações Internacionais. Por essa altura, lia bastante. um pouco de tudo. Imagino-me a lembrar, vagamente, duas obras.
Na primeira, uma entidade envolve-se recorrentemente em guerras no exterior, um pouco por toda a parte. Acontece perdê-las ou retirar-se, sobrando para os outros (protegidos, defendidos ou aliados) as consequências.
Na segunda, várias entidades temem pela sua democracia, ameaçada por eventuais invasores. Preparam-se para a defender com a espada, com armas, quando estão em vias de a perder pela cruz, com os votos.

Disparates! Não se me afigura que fossem livros do Tintim ou do Asterix. Provavelmente, histórias de cordel, como as Aventuras do Capitão Morgan, que enchiam os cantos da casa de infância.

A memória prega partidas! Se não me engano, um dos títulos seria parecido com “O Super-polícia”, mas não pertencia à coleção Vampiro, nem do Rato Mickey; o outro, algo como “A volta ao mundo em oitenta anos”, mas não era do Jules Verne. Ainda menos uma canção do Tony de Matos. [Carregar na imagem seguinte para aceder ao anúncio do Público]

