Originalidade aplicada

NosferatuO Brasil é uma potência do audiovisual. A originalidade desfruta de boas condições. Encontrei em iniciativas brasileiras uma qualidade relativamente rara que denomino originalidade aplicada. Quando uma inspiração não se reduz a um fogo-de-artifício, mas se traduz por uma pragmática consequente, estamos próximos da originalidade aplicada.

Há meio século, coloriam-se os filmes a preto e branco. Lembro-me do Jour de fête, de Jacques Tati (1949). A Getty Images Brasil propôs-se não colorir mas sonorizar o filme mudo Nosferatu (1922). Um projecto e uma obra únicos! O resultado compensa. Segue o trailer (pode aceder ao filme Nosferatu sonoro completo no endereço: http://www.nonsilentfilm.com/en/).

Anunciante: Getty Images Brasil. Título: The Non Silent Film. Agência: Almap BBDO Brasil. Brasil, Abril 2017.

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Sociólogo.

One response to “Originalidade aplicada”

  1. Beatriz Martins says :

    Propuseram-se muito bem. Verdade, a cor, deixou a perder muito o som, e os efeitos do preto e branco.

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