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Para a minha dama

Amadeo Modigliani. Woman in black dress. Detalhe. 1918.

Para a minha dama! Sem ela, não sou eu.

The Moody Blues. For My Lady. Seventh Sojourn. 1972.
Supertramp . Lady. Crisis what crisis. 1975.

A abertura do tolo

Quino. Gente en su sitio. 1986.

Quando a morte ronda, que fazer? Abater-se? Reagir? Há quem tente enganá-la (figura 1); outros nem sequer a pressentem (figura 2).

Daniel Hopfer’s ‘Death and the Devil Surprising Two Women’ (c 1500–1510)

Alguns esmeram-se a arrumar a vida, outros trespassam sem zelo. Não é fácil trocar o mundo pela eternidade. Não há preparação nem ars moriendi que nos assista.

Dança da Morte. Alemanha. Século XVI.

Talvez o tolo nos ensine. Na dança macabra (figura 3), ao contrário dos demais, só dá uma mão e a um ser humano. Parece não saber onde está nem para onde vai, o que pouco o incomoda.

Supertramp. Fool’s Overture. Even in the quietest moments. 1977. Ao vivo em 1979.
Supertramp. Crime of the century. Crime of the century. 1974. Ao vivo em 1983.

A espreguiçadeira dos Supertramp

Supertramp. Crisis? What crisis? 1975

Supertramp. Crisis? What crisis? 1975.

Tendências do Imaginário abordou recentemente o tema da espreguiçadeira em A Montanha Mágica de Thomas Mann (https://tendimag.com/2016/08/07/a-espreguicadeira/). Ocorreu-me, por essa altura, a capa do Crisis? What Crisis (1975), dos Supertramp: um homem sentado numa espreguiçadeira no meio de uma lixeira.

Os Supertramp tiveram dois picos de sucesso: Crime of the Century, em 1974, e Breakfast in America, em 1979. Estava em Paris aquando do concerto de 1979. Não assisti.

Para me esquivar à escolha, retive as duas primeiras músicas do álbum: “Easy does it” e “Sister Moonshine”.

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Venha uma coca-cola bem fresca!

Coca-colaUm dia para comunicar e para derreter. Gualtar de manhã, Vila Flor de tarde e Nogueira da Silva à noite. O que apetece é uma coca-cola com Supertramp. Sem mais. Até as palavras se esgotaram.

Marca: Coca-cola. Título: Security Cameras. Agência: Wunderman (Buenos Aires). Argentina, 2012.