Sarabanda e folias
A alusão ao popular e ao carnavalesco no artigo precedente lembrou-me as sarabandas e as folias, músicas e danças de origem popular e festiva que se aristocratizaram adquirindo um enorme sucesso nas cortes europeias, designadamente nos séculos XVII e XVIII.
Stanley Kubrick é conhecido pelo recurso a músicas clássicas nos seus filmes. A sarabanda de Handel foi uma das eleitas para Barry Lyndon (1975).
As folias, ditas de Espanha, mas de origem portuguesa, ainda inspiram compositores e intérpretes. Seguem as versões de Gregorio Paniagua, uma das minhas preferidas, e de Sergei Rachmaninov, erudita, lenta e longa.
Intervalo

Chegaram as flores, como de costume. Está um belo dia para teletrabalhar. Numa redoma, como aconselha a saúde. O lazer faz falta. Tempera o espírito. Rachmaninoff pode ajudar.
Chegaram as flores, como de costume. Está um belo dia para teletrabalhar. Numa redoma sanitária. O lazer faz falta. Quando é obrigatório deixa de ser lazer. Uma boa dose de lazer tempera o espírito. Rachmaninoff pode ajudar.
