Humor belga

“O surrealismo está profundamente enraizado na cultura belga, e isso transparece no humor, que frequentemente brinca com o absurdo, o ilógico e o inesperado (…) Os belgas costumam rir de si mesmos, seja em relação à sua identidade nacional, seus hábitos, sotaques ou rivalidades linguísticas (entre flamengos e valões). (…) O humor belga não evita temas sombrios.

São bastante comuns piadas envolvendo morte, tragédia ou situações desconfortáveis, mas tratadas de uma forma leve ou irónica. (…) Grande parte do humor belga (…) tem uma forte dimensão visual e foge muitas vezes da lógica convencional (…) Introduz críticas à sociedade, à política ou a instituições sob o disfarce de uma capa de absurdo ou de comédia leve.” (ChatGPT, consultado 29.04.2025).
Em termos de banda desenhada belga, recomendo dois autores: Franquin, criador do Gaston Lagaffe, e Greg, do Achille Talon. Prefiro ao consagrado Hergé, do Tintim.
A seguinte meia dúzia de anúncios recorda o dito humor belga. Os anúncios podem não ser belgas, são quase todos britânicos, mas a cerveja Stella Artois teve origem em Lovaina, ainda em plena Idade Média. Talvez subsistam algumas raízes de inspiração.
