Os amigos não se cansam de me mimar com prendas digitais. Sou um homem de sorte. A Germana acabou de me enviar uma apresentação com fotografias de René Maltête (1930-2000) focalizadas no insólito das coincidências e das incongruências fortuitas que animam a experiência banal. Já tinha visto, mas é à segunda que se gosta de verdade. Por acréscimo, vale a pena ouvir Jean Ferrat (1930-2010). O mundo é cómico e a vida é bela. Dizem eles…