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Mio Violino Caro: Nigel Kennedy

Jovem, jovem, não será. Mas é quase tão jovem quanto eu. Nigel Kennedy, nascido em 1956, tem 66 anos de idade. Inovador, desenvolto e surpreendente, é um dos violinistas prediletos dos britânicos.

Acabo de chegar de Viana do Castelo de um evento “político”: Encontros do Programa de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID 2023). Apetece-me algo inspirado com um toque de improviso, “fora da caixa”, que encaixado já anda demasiado o mundo.

Nigel Kennedy.  Air (Das Pendel) Jazz / J. S. Bach. BBC Proms (Royal Albert Hall}. 2012
Nigel Kennedy. Purple Haze / Jimi Hendrix. La Citadelle, Carcassonne, France. 2005                      

Mio Violino Caro: Hilary Hahn

Gosto que me chamem a atenção. Além de ser melhor que nada, lembram, complementam ou corrigem aspetos inadvertidos mas relevantes e oportunos. Aliás, quem chama a atenção concedeu-a primeiro. Confrontado com a série Mio Violino Caro, o meu rapaz mais novo não se inibiu: “Sabes, entre os grandes violinistas também há jovens e mulheres”.

Por exemplo, Hilary Hahn. “Hilary Hahn (born November 27, 1979) is an American violinist. A three-time Grammy Award winner,[4] she has performed throughout the world as a soloist with leading orchestras and conductors, and as a recitalist. She is an avid supporter of contemporary classical music, and several composers have written works for her, including concerti by Edgar Meyer and Jennifer Higdon, partitas by Antón García Abril, two serenades for violin and orchestra by Einojuhani Rautavaara, and a violin and piano sonata by Lera Auerbach” (Wikipedia).

Felix Mendelssohn. Concerto para violino em mi menor, op. 64 (1844). Intérprete: Hilary Hahn
J.S. Bach. Partita para violino nº 1 em Si menor BWV 1002 (1720). Intérprete: Hilary Hahn.

J.S. Bach – Saxofone

J. S. Bach. Paris Saxophone Quartet. 1985.

Interpretar J.S Bach com recurso ao saxofone é ousado. Os Paris Saxophone Quartet interpretam a Cantata #147, BWV 147- Adagio. O Tendências do Imaginário é o meu antidepressivo. Tóxico. Para evitar o tédio, convém, no entanto, alternar os temas e os modos.

J.S. Bach. Cantata #147, BWV 147 – Adagio. Interpretação: Paris Saxophone Quartet.1985.