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Ilhas

Mordillo.

Uns aspiram sair do insulamento a que estão votados; outros desejam, em contrapartida, “uma ilha onde enterrar o outro”. Assim é a humanidade: uma coexistência de alteridades e de contrários.

Heather Nova. Island. Álbum: Oyster. 1994. Ao vivo: Musik-Talk-Show TV Noir. 2011.

Dia do pai

Jean-François Millet. First steps.1859–66.

Para o dia do pai, um anúncio sensível e uma canção sensual.

Anunciante: Instituto Nacional del Cáncer. Título: GRAFFITESTI. Agência: McCann (Santiago). Chile, março 2022.
Heather Nova. All I Need. Álbum: Storm. 2003. Live At The Union Chapel, 2003.

A mãe do soldado e a ilha da liberdade

Ilha de Hornos. Chile.

I need an island, somewhere to sink a stone
I need an island, somewhere to bury you
Somewhere to go (Heather Nova).

Quanto mais frágil a memória instantânea e imediata, mais me acodem recordações remotas e recônditas. Por exemplo, a cantora Heather Nova, natural das Bermudas. Com uma dúzia de álbuns publicados, torna-se difícil reter esta ou aquela música. Opto por aquelas que se gravaram na minha idiossincrasia. Every soldier is a mother son, um truísmo que abala a nossa paleta de emoções; Island demanda um lugar para libertação da opressão. Conheço alguém que já construiu a sua ilha. Não é longe da costa, mas é agreste. Como a ilha de Hornos, no Chile, habitada apenas por um militar e família (ver imagem).

Heather Nova. Every soldier is a mother son. The jasmine Flower. 2008. Ao vivo em Ghent, em 2009.
Heather Nova. Island. Oyster. 1994. Ao vivo. TV Noir. 2011.