Liberdade à Deriva. Dia do Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura

“Os alunos do 1° ano do Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura, da Universidade do Minho, promovem no dia 15 de maio, no Campus de Gualtar, a 3ª edição do Deriva, um dia dedicado à intervenção e à cooperação/colaboração cultural na Universidade.
A edição de 2024 alia-se, conceptualmente, à celebração dos 50 anos do 25 de Abril, tendo sido batizada “Liberdade à Deriva”.
A organização do Deriva este ano pretende associar os conhecimentos apre(e)ndidos em contexto de aula a um projeto que quebra as fronteiras da sala, através da sua materialização, hasteando a bandeira da reciprocidade com a restante comunidade académica, que é convidada a ser parte integral do Deriva, assim como construir pontes entre o curso, profissionais no campo, instituições artísticas e culturais e a comunidade na qual se insere imersiva e participativa. Busca também tornar visível o curso de Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura frente às entidades, organizações e empresas locais e ao nível dos protagonistas da Cultura em Portugal.
Do corte com o quotidiano, ou seja, da mudança/revolta, ao convite à cocriação e à participação, encontram-se os cravos plantados há meio século, que resistem à custa de quem cria e, mais importante, o partilha.”
Segue o link para acesso ao programa:
O mundo maluco e algo mais

Salto de assunto em assunto com a ligeireza de um comentador de caixinha mágica. Acabo uma conversa sobre surrealistas e maneiristas, logo inicio um capítulo, com prazo para o do Dia da Nação, sobre a implementação de zonas industriais no interior do País. Entretanto, relaxo: ontem, a Deriva, uma iniciativa do curso de mestrado em Comunicação, Arte e Cultura; hoje, passagem pelo blog e massagem musical. Procuro um CD adormecido há anos e encontro o Trading Snakeoil for Wolftickets, do Gary Jules, editado em 2001. Seguem “o mundo maluco”, “a janela quebrada” e “algo mais”.


