Super Bock, Super Bom

A Ana Paula enviou-me o link do anúncio “Sabor Autêntico”, da Super Bock, filmado em Guimarães. Em boa hora: por um lado, tenta-me reanimar a ligação com os vimaranenses; por outro, inicio na próxima quinta, 8 de janeiro, uma série de 5 aulas dedicadas à publicidade na disciplina de Sociologia da Arte e do Imaginário. Aproveito ainda para prestar tributo à Super Bock com um belo ramalhete de anúncios.
Fogo de Artifício
Nunca vi tanta gente a lançar tanto fogo de artifício! Até apetece começar o ano a cantar, a cantar “Mes Emmerdes” com o Charles Aznavour:
Les canulars
Les pétards
Les folies
Les orgies
Les jours du bac
Le cognac
Les refrains
Tout ce qui fait
Je le sais
Que je n’oublierai jamais
Mes amis, mes amours, mes emmerdes(Charles Aznavour, Mes Emmerdes, 1976)
Uma tábula rasa: a zona industrial de Alvaredo

Nos últimos anos, escrevi dois textos que acabaram por não ser publicados.
O primeiro, “Prado Subjetivo: metamorfoses de uma freguesia modernizada”, de 2019, ficou congelado no prelo. Coloquei-o no dia 7 de dezembro de 2025 como peça de arquivo no Tendências do Imaginário (ver Eu, a IA e o Ninho).
O segundo, “Uma tábula rasa: a zona industrial de Alvaredo”, de 2023, entendi enterrá-lo numa gaveta digital até eventual resgate futuro. Passo a arquivá-lo, também, neste blogue. Entretanto, no artigo “Quando a esmola é grande. A industrialização do interior”, no jornal Diário do Minho de 20.02.2024, retomei a reflexão, mas com outra abrangência. Seguem ambos os textos em pdf, sem mais comentários, “para memória futura”.
Texto 1: Uma tábula rasa: a zona industrial de Alvaredo
*****
Texto 2: Quando a esmola é grande. A industrialização do interior
Música para o Paraíso

Os anjos tocam e cantam no Paraíso. Nos momentos felizes, ouvem-se na Terra. Nos momentos abençoados, a voz e a música humanas também poderão alcançar o Céu.
Mal fadado
Não possuo um coeficiente de portugalidade elevado. Com alguma frequência, estou em Braga como se estivesse noutro sítio qualquer, porventura Paris ou Veneza. Ter a cabeça fora do lugar contribui para que esteja sobremaneira exposto a determinados estímulos em vez de outros. Por exemplo, no que respeita ao reportório de Dulce Pontes, à canção “Nada Te Turbe”.
Algo







Fui a Coucieiro, algo rural, com o Eduardo, o Lilo e o Alberto, algo foliões. Na nave da igreja, uma celebração às colheitas, algo tardia, na torre, altifalantes com cantigas brejeiras, algo profanas, e no salão paroquial, a Festa das Papas de Sarrabulho, algo precoces. No regresso, a tasca do Valente, na Senhora do Alívio, algo atemporal, e, em casa, os Penguin Cafe Orchestra, algo minimalistas. No conjunto, um domingo, algo entre o céu e a terra.
“As da raia”, contrabando entre Galiza e Portugal
O jornal galego Faro de Vigo publica hoje, 25 de outubro de 2025, a reportagem “«As da raia», contrabando entre Galicia y Portugal”, da autoria de Malena Álvarez. O artigo focaliza-se em particular no concelho de Melgaço. Contém testemunhos de várias mulheres que intervieram no contrabando. Tive o gosto de colaborar, tal como o Américo Rodrigues. Para aceder ao artigo, carregue na imagem seguinte ou no endereço: https://www.farodevigo.es/estela/2025/10/25/as-da-raia-contrabando-galicia-123019046.html

A mobilização das identidades locais. O caso da aldeia da Varziela de Castro Laboreiro

Acaba de ser publicado na revista Trabalhos de Antropologia e Etnologia (2025, volume 65, pp. 379-398) o artigo “Varziela – Do comunitarismo agro-pastoril às redes sociais”, da autoria de Álvaro Domingues.
Chegou a estar previsto integrar este estudo na revista Boletim Cultural nº 11, da Câmara Municipal de Melgaço, lançada em janeiro de 2025, mas não se proporcionou.

Centrado em Castro Laboreiro, nomeadamente na aldeia de Varziela, o artigo constitui, antes de mais, um ensaio sobre a mobilização das identidades locais na era da globalização, no caso vertente um projeto de aproveitamento turístico por um influencer de um lugar (destino) recôndito com selo (#) de autenticidade cultural e qualidade ambiental.
Centrado em Castro Laboreiro, nomeadamente na aldeia de Varziela, o artigo constitui, antes de mais, um ensaio sobre a mobilização das identidades locais na era da globalização, neste caso, a propósito de um projeto, promovido por um influencer, de aproveitamento turístico de um lugar (destino) recôndito com selo (#) de autenticidade cultural e qualidade ambiental.
Para aceder ao artigo através do link respeitante à globalidade da revista, carregar na imagem com a capa ou no seguinte endereço: https://revistataeonline.weebly.com/uacuteltimo-volume.html
Acrescento um vídeo com o projeto de aproveitamento turístico da aldeia da Varziela programado pelo influencer João Amorim.



