Vermelho que te quero vermelho

Capuchinho 3

O poder dos símbolos é espantoso. Põem-nos o cérebro a salivar. Tanto permanecem iguais como se renovam, para sua maior eficácia e nossa maior confusão. Pense-se no Capuchinho Vermelho.

Bela e curiosa. Vermelha! Nem azul, nem verde: vermelha. Vermelha há mais de trezentos anos. Não esperou por nós, nem por Bruno Bettelheim, para saber que o capuchinho era vermelho. Vermelho cor de sangue. O sentido, a chave, desta conversa não está neste artigo, nem nos anteriores, mas no próximo. É um novo estilo inspirado nos romances de cordel.

Marca: Green & Blacks. Título: Dark, but different. Agência: Mcgarrybowen London. Direcção: Dorian & Daniel. Reino Unido, Outubro 2017.

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Sociólogo.

3 responses to “Vermelho que te quero vermelho”

  1. a n➐w ame n t e says :

    Olá,

    Estou participando daquela troca de olhares na blogosfera e hoje te indiquei ao Prêmio “The Versatile Blogger”.

    Vida longa, próspera e repleta de imaginações poéticas pra ti…

    UM abrasOM
    Adriano

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