Bobos

Para além da leveza, ando a pesquisar outro assunto ainda menos sério. Nestas andanças, deparei com dois retratos de bobos, um mais encantador do que outro.

Laughing jester
Anónimo. The Laughing Jester. Art Museum of Sweden, Stockholm. Séc. XV

No retrato mais antigo, de autor anónimo do séc. XV, o bobo ostenta um traje colorido com as tradicionais orelhas de burro e um bastão esculpido. Uma mão cobre parte do rosto, aludindo, porventura, à missão de mostrar as duas faces da realidade.

Quentin Massys. An Allegory of Folly. Início do séc. XVI.
Quentin Massys. An Allegory of Folly. Início do séc. XVI.

O segundo retrato é da autoria de Quentin Massys (1466-1530), um dos pintores mais surpreendentes da história da arte. Apresenta um louco com os respetivos símbolos: um galo na cabeça e a pedra da loucura na testa. Digno de atenção é o remate do bastão com uma figura humana, bastante realista, a mostrar o rabo.

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