Hei-de ir a Melgaço!

Museu de Cinema de Melgaço.

Acontece, de 29 de Julho a 4 de Agosto, em Melgaço, uma nova edição dos Filmes do Homem, que já não se chamam Filmes do Homem mas MDOC – Melgaço International Documentary Film Festival. Uma castração simbólica politicamente correcta. Tenho gosto e orgulho em participar, desde o início, nesta iniciativa que extravasa, ao nível da cultura e da arte, o festival e o concelho de Melgaço.

Segue:

  1. O vídeo de promoção;
  2. O programa;
  3. O catálogo;
  4. Um excerto do catálogo com um texto da minha autoria sobre Prado, a minha freguesia natal.
MDOC – Melgaço International Documentary Film Festival 2019. Vídeo.
MDOC 2019. Programa. Carregar na imagem para aceder ao programa.
MDOC 2019. Catálogo. Carregar na imagem para aceder ao catálogo.
A. Gonçalves. Prado, população e estilos de vida. Carregar na imagem para aceder ao texto.

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About tendências do imaginário

Sociólogo.

2 responses to “Hei-de ir a Melgaço!”

  1. Fernando MEDEIROS says :

    Li com imenso interesse a monografia da freguesia de Prado, crendo mesmo reconhecer na fotografia ilustrativa a casa grande que tinha uma mercearia no R-C, da qual, essa sim, me lembro bem. Seria ali que funcionava o famoso telefone publico onde durante alguns anos as mulheres dos emigrantes da terra se dirigiam para falar à distância com os seus homens? Era a loja da aldeia onde os fregueses as ouviam distintamente repetir em alto e bom som os tranquilizadores e reconfortantes: “Sim, sim…está bem, é assim mesmo!… Fica descansado, farei como dizes… Não me esqueço não senhor… Não te preocupes…”. Mas que “ao despois”, na prática quem cá anda é que manda!
    Sobre a metamorfose em sentido do politicamente correto do evento “Filmes do Homem” em “MDOC” haveria muito a dizer; Começando desde logo pelo “grand écart” linguistico-cultural que representa a escolha do inglês num contexto social e cultural local onde o bilinguismo dominante permanece o luso-francês. Sucedeu ao linguajar francês dos emigrantes e seus descendentes o mesmo que ocorreu com as casas de “emigrantes”?…

    Como se vê, há permanências que não “globalizam” e há que estar atento a elas nos mapeamentos destas novas geografias.

    • tendências do imaginário says :

      Viva, Fernando! A tua visita foi um grande gosto. Venho muito raramente a esta parte das mensagens. Desculpa alguma demora. Era, de facto, aquela a casa que tinha a loja com o telefone público. Continuo às voltas com as origens. Inaugurámos no domingo passado uma exposição sobre a freguesia, com materiais recolhidos, sobretudo fotografias, junto dos residentes. Teve uma generosa adesão por parte das pessoas. Vai sair um livro com fotografias do João Gigante e uma monografia. Para o próximo ano, vamos começar a trabalhar Castro Laboreiro, com foco na “colónia” castreja da cidade de Braga. Vamo-nos distraindo com coisas caseiras. Estou em Moledo. Todo o mês. No meio deste calor, é um sítio fresco. Um abraço.

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