Todo o mundo à porta; ninguém à janela.

Passa tanta gente à minha porta. E a solidão cá dentro. A canção francesa, em tempos universal, está em vias de relocalização. Regressa às caves do Boulevard Saint Germain. Entretanto, uma língua e três ou quatro culturas particulares universalizam-se. O resto relocaliza-se, inventaria-se, resiste ou desiste. Hoje, (re)produz-se à moda dos coelhos: vai ser tão bom, não foi? … Continue a ler Todo o mundo à porta; ninguém à janela.