“Buvons à la mort qui danse à nos côtés” (Henry-Jacques, La Symphonie Héröique, Paris, Aux Editions des “Belles Lettres”, 1921, p. 19). Bebamos à morte, que a vida merece ser bebida. A morte risonha e as danças macabras tiveram o seu momento alto no fim da Idade Média. Mas, espantalhos ou ceifeiros, os esqueletos nunca … Continue a ler Uma morte regalada
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